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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Camuflagem: uma bela estratégia de sobrevivência

Uma das estratégias mais belas de sobrevivência, em minha opinião, é a camuflagem.
Muitos animais tem essa capacidade de se camuflar com o habitat onde vivem, porém os propósitos são diferentes. No caso de um predador, ele se camufla para atacar uma presa sem que ela possa vê-lo, já se o animal camuflado for uma presa, o objetivo é o de escapar aos olhos de seu predador.
Recentemente, o fotógrafo John Cancalosi, fez uma série de fotografias incríveis mostrando animais camuflados. 
As minhas preferidas estão abaixo. A primeira mostra a camuflagem de um caranguejo em um coral mole e a segunda um cavalo marinho camuflado em um coral.
Não tem apenas estas fotos. Veja a galeria completa de John Cancalosi AQUI.


Chip microfluídico é adaptado para tuberculose

Um engenheiro de Uganda, Frederic Balagadé, adaptou o chip microfluídico, tecnologia presente em laboratórios de ponta ao redor do mundo, para auxiliar no combate à tuberculose. O chip microfluídico é capaz de realizar análises bioquímicas muito mais rapidamente (frações de segundos) que as máquinas convencionais (que levariam dias). Dessa forma, a doença é diagnosticada de forma mais rápida, o que é crucial para um tratamento eficaz. Segundo Balagadé, o  pode ajudar ainda no estudo sobre os mecanismos que tornam o microoganismo causador resistente aos antibióticos.
A inovação é tanta que um centro tecnológico de mais ou menos R$ 30 milhões está sendo impantado em Durban, para iniciar a produção dos equipamentos e aprimorar as pesquisas.

A Tuberculose
 
Na África do Sul, a doença que mais mata é a tuberculose, sendo também a principal causa de morte entre a população pobre. Existe um tratamento eficaz e bem estabelecido mas que, no entanto, demora meses para ser concluído, o que leva ao abandono do tratamento pelo paciente quando os sintomas "desaparecem". Entretanto, os sintomas reaparecem semanas depois com o bacilo de Koch, bactéria causadora da tuberculose, já resistente aos antibióticos.

Degelo dificulta abastecimento de bases na Antártida

Mais um efeito do aquecimento global toma evidência.
A pista de pouso de Wilkins, construída em 2008 a um valor de aproximadamente R$96 milhões para que aviões pudessem realizar o abastecimento das três estações de pesquisa que operam na Antártida, não está segura o suficiente para suportar o pouso sobre o gelo.
Acontece que para um avião pousar em segurança sobre o gelo, a temperatura local deve ser de, no mínimo, -5ºC. Na Antártida, no entanto, apenas nos últimos 50 anos a temperatura subiu 2ºC, o que representa um aumento três vezes maior do que aquele observado no restante do planeta.
As estações de pesquisa, no entanto, continuam sendo abastecidas por meio de navios, o que torna o processo mais demorado.

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