Destaque Tudo de Bio

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Pernambuco terá a 1ª indústria brasileira de combustível produzido com algas marinhas

O Nordeste, mais especificamente, o estado de Pernambuco, ganhará a partir do último trimestre de 2013, uma fazenda vertical de algas geneticamente alteradas.

O objetivo do projeto, parceria do grupo JB, produtor de etanol no Nordeste, junto com a empresa austríaca See Algae Technology (SAT) é contribuir na redução de Dióxido de Carbono (CO2) à atmosfera.

O investimento de 8 milhões de euros, equivalentes a R$19,8 milhões, e a fazenda vertical, na qual as algas vão crescer com a ajuda da luz solar e das emissões de CO2, será construído no município de Vitória de Santo Antão.

Nessa fazenda, o biocombustível vai ser produzido com a ajuda do carbono proveniente da produção de etanol, evitando que o CO2 seja liberado na atmosfera, assim, reduzindo os efeitos da mudança climática.

Esse tipo de tecnologia hoje só é desenvolvida com propósitos científicos por laboratórios americanos e até brasileiros. Dessa forma, o Brasil será o primeiro país a fabricar e comercializar combustíveis com essa tecnologia.

“É uma reciclagem [do CO2 emitido] e transformação em combustível. Um hectare de algas consome 5 mil toneladas de dióxido de carbono ao ano. O CO2, que é o vilão do clima, passa a ser matéria-prima valorizada”, fala Rafael Bianchini, diretor da SAT no Brasil.

Mas calma, o biocombustível de algas ainda precisa passar pela aprovação e validação da ANP - Agência Nacional do Petróleo.

Dica da leitora Mirthes Ferreira

Adaptado de G1 Natureza

terça-feira, 17 de julho de 2012

Bactérias transgênicas podem evitar que o Anopheles transmita a Malária

A Malária é uma doença que causa a morte de mais de 800 mil pessoas por ano, incluindo crianças.

Recentemente, um estudo publicado na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)" afirma que cientistas americanos demonstraram que bactérias geneticamente modificadas são capazes de evitar que o Anopheles, mosquito transmissor da malária perpetue a doença.

Os pesquisadores do Instituto de Pesquisa de Malária da Universidade Johns Hopkins, em Maryland, alteraram genes de bactérias da espécie Pantoea agglomerans, que é encontrada no intestino do mosquito Anopheles.

O estudo ressalta que o microorganismo secretou substâncias tóxicas aos protozoários Plasmodium falciparum (parasita no homem) e Plasmodium berghei (parasita em roedores), parasitas da Malária, sem prejudicar o mosquito ou o ser humano, que é infectado pela picada da fêmea do inseto.

Os autores do estudo afirmam que o índice de redução de parasitas no Anopheles chegou a 98%. E a prevalência de mosquitos portadores desses protozoários diminuiu até 84%.

Adaptado de G1 Ciência

Por que as baratas viram a barriga para cima quando estão morrendo?

Eu queria muito dizer que já existem pesquisas específicas comprovando o motivo de as baratas virarem de barriga para cima ao morrer, mas na verdade, existem possíveis explicações.
Segundo o departamento técnico da Reckitt Benckiser, as baratas fazem isso para respirar e, possivelmente, para se recuperar da ação do inseticida.
De acordo com o professor de Zoologia, José Willibaldo Thomé, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), é provável que isso aconteça porque todos os insetos têm a abertura dos órgãos respiratórios na face abdominal.
No entanto, essa explicação é para as baratas que morrem na horizontal. Aquelas que morrem na vertical, quando tomam uma chinelada, provavelmente caem de barriga para cima, não fazendo diferença entre a chinelada e o envenenamento.

Adaptado do Terra Educação

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Por que a aranha não fica presa na teia que ela faz?


Essa é uma das perguntas mais frequentes quando estudamos os aracnídeos ou apenas observamos um em casa, no trabalho e ficamos intrigados.

Na verdade, existem duas possibilidades para aranha não ficar presa em sua teia.

Alguns pesquisadores afirmam que a "cola", uma substância formada por glicoproteínas, que prende as presas da aranha está presente apenas em alguns fios e, de alguma forma, a aranha teria a capacidade de diferenciar os fios com e sem "cola", andando apenas nos fios sem a substância.

Outros pesquisadores justificam que esses aracnídeos são capazes de produzir uma secreção que parece óleo, permitindo-os andar nos fios de seda.

Falando em aranha e suas teias, mais uma curiosidade: cientistas descobriram que essa "cola" atua de forma diferente de acordo com a força e a velocidade da presa tentando escapar. Se a presa tentar fugir de forma lenta, a substância se comporta de forma mais resistente, como uma borracha, dando tempo a aranha de capturar sua presa. Quando a tentativa de fuga for mais intensa, as propriedades adesivas tornam-se mais fortes, fazendo com que animais rápidos como os insetos voadores não consigam fugir da teia.

Pílula 4 em 1: Pacientes portadores de HIV com tratamento mais seguro e eficaz

Quem conhece pessoas portadoras do vírus HIV, ou até já leu sobre o tratamento dessa síndrome, sabe que os pacientes muitas vezes se confundem sobre qual pílula tomar.

Essa dúvida de muitos pacientes parece estar com os dias contados. De acordo com um estudo publicado na Revista Lancet, nos Estados Unidos, um único comprimido diário que combina quatro drogas anti-retrovirais (anti-HIV) em apenas uma pílula, pode facilitar aos pacientes manter o medicamento e melhorar os efeitos do tratamento.

Para quem ainda não entendeu, a AIDS, causada pelo retrovírus HIV, é uma síndrome incurável, e seu tratamento requer uma terapia com diversas drogas que combatem o vírus, sendo necessário tomar diversos comprimidos em diferentes horários.

A “pílula quatro em um”, que é a primeira combinada a possuir inibidor da integrase, interrompendo a replicação viral, pode ser a solução para os pacientes que muitas vezes esquecem de tomar um comprimido em determinado horário, levando o HIV, em alguns casos, a desenvolver resistência contra um medicamento.

A Última Tartaruga Gigante de Galápagos

É lamentável a extinção de mais uma espécie.

Como muitos já devem saber, o “George Solitário” (Lonesome George), como era conhecida a última tartaruga gigante de Galápagos, morreu semana passada.

Fausto Llerena, 71 anos, guarda do Parque Nacional Galápagos (PNG), encontrou o amigo que cuidava desde 1983, morto em local do Centro de Reprodução e Ciração de Tartarugas.

Não se sabe ao certo, mas estima-se que George, que era o último exemplar da espécie Chelonoidis abingdoni, tinha mais de cem anos de idade.

Fique com uma bela imagem do animal.


Populares