Destaque Tudo de Bio

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Imagem da Semana

Zoológico austríaco apresenta macaco gibão recém-nascido


O zoológico de Schönbrunn, em Viena, na Áustria, apresentou nesta sexta-feira um filhote de macaco gibão no colo da sua mãe. O bebê nasceu na quarta-feira pesando entre 300 e 400g e ainda não possível identificar seu sexo. As informações são da Reuters.

Os gibões são primatas pequenos, que medem de 45 a 90 cm de altura e têm envergadura de até 70 cm. A espécie é natural das florestas tropicais e sub-tropicais da Índia, Indonésia e China e são arborícolas - vivem em árvores.

Estes animais vivem em pequenos grupos - com no máximo seis indivíduos - constituídos geralmente por um casal e seus filhotes. Possuem membros anteriores muito longos e corpo coberto de um pelo espesso de várias cores.

O Gene Salvador

Genoma de fungo pode ajudar a salvar florestas dos EUA

Pesquisadores canadenses decodificaram o DNA de três fungos que matam árvores encontrados na boca de besouros-do-pinheiro, insetos destruidores que aniquilam florestas inteiras na América do Norte. Segundo os autores, um futuro sequenciamento dos genomas do besouro e de espécies de pinheiro deve ajudar gestores florestais a elaborar melhores táticas para controle de pestes.

"Isso nos está levando a uma compreensão sistêmica da epidemia do besouro-do-pinheiro", afirma o coautor do estudo Jorg Bohlmann, ecologista químico da Universidade da Colúmbia Britânica, em Vancouver, Canadá, que está liderando a iniciativa genômica multiespécies de US$ 11,1 milhões. ¿O que realmente acontece na natureza não está confinado a uma espécie, mas está acontecendo na interseção, quando uma espécie interage com outra."

Os besouros-do-pinheiro (Dendroctonus ponderosae) já comeram vastas faixas de florestas de pinheiro norte-americanas, inclusive quase 15 milhões de hectares apenas na Colúmbia Britânica. Enquanto cavam seus túneis sob a casca para se alimentar e depositar seus ovos, os besouros liberam esporos de um fungo (Grosmannia clavigera) que tinge de azul a madeira, impedindo a produção de uma resina tóxica protetora liberada pela árvore e permitindo a continuidade da infestação pelo besouro.

Decodificação dinâmica
Bohlmann e seus colegas reuniram os 32,5 milhões de pares do genoma do fungo, que é cerca de um centésimo do tamanho do genoma humano, usando uma combinação de tecnologias de sequenciamento tradicionais e da próxima geração - a primeira vez que um organismo eucariótico complexo foi sequenciado do zero com tal abordagem híbrida e depois publicado em revista especializada. O genoma foi apresentado online neste mês no periódico Genome Biology.

"Fizeram uma análise muito cuidadosa de quais fatores contribuem para os diferentes tipos de qualidade possíveis" com o sequenciamento de próxima geração, conta Steve Rounsley, pesquisador genômico da Universidade do Arizona em Tucson, que não esteve envolvido no estudo.

"Isso vai realmente avançar muito a ciência"
Para as duas outras espécies - o besouro e a árvore -, os pesquisadores se concentram principalmente em sequências de expressão de gene, fragmentos de DNA, ao invés dos genomas inteiros. Eles já reuniram uma das maiores bibliotecas entomológicas com as transcrições do gene do besouro em vários estágios de sua vida e de suas partes corporais. Os pinheiros das espécies Pinus contorta e Pinus banksiana estão ainda em etapa muito anterior de sequenciamento.

Segundo Dezene Huber, ecologista químico da Universidade da Colúmbia Britânica Setentrional, em Prince George, Canadá, o objetivo é prever a dinâmica entre os organismos sob várias condições climáticas.

"Devemos ser capazes de observar genes específicos e dizer qual população de árvores está interagindo com quais populações de fungo e besouro", diz. "Isso vai realmente avançar muito a ciência", afirma Brian Aukema, do Serviço Florestal canadense em Prince George, que planeja incorporar os dados genômicos a modelos ecológicos da região.

"Uma vez que obtivermos a informação, esperamos poder alimentar esses modelos e compreender onde essas populações de besouro seriam mais suscetíveis a tratamentos, estratégias de intervenção e mitigação."

Fungo azul
A interação genômica entre várias espécies já é usada no estudo de algumas doenças humanas, como a malária, e algumas relações ecológicas de simbiose, como formigas-cortadeiras e seus parceiros microbiais, mas a abordagem nunca havia sido aplicada nessa escala para uma irrupção de moléstia florestal.

Os pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica, liderados pela micologista Colette Breuil, já extraíram o genoma do fungo, determinaram o gene responsável por tingir de azul a madeira do pinheiro e criaram uma cepa knockout que não produz nenhum pigmento. A coloração azul reduz o valor comercial da madeira, mas não está claro o papel que o tingimento desempenha na infestação. Os pesquisadores estão agora testando essa variedade para solucionar a questão.

Mas a completa utilidade do genoma do fungo poderá ser apenas compreendida após espécies relacionadas também serem sequenciadas, afirma Diana Six, que estuda a interação entre besouros e fungos na Universidade de Montana, em Missoula. A comparação da linhagem azulada com os fungos independentes ou patogênicos vai lançar luz sobre como o fungo beneficia a proliferação de besouros, diz ela. "Você precisa de mais de um (genoma) para fazer isso."

Usar a genômica para parar esses besouros é "certamente um tiro no escuro", admite Chris Keeling, pesquisador associado do laboratório de Bohlmann. Mas ela talvez ofereça a melhor estratégia para conter as pestes florestais, que já começaram a saltar de sua espécie hospedeira, a Pinus contorta, encontrada apenas a oeste das Rochosas, para a Pinus banksiana, que se estende ao leste por todo o continente.

"Talvez sejamos capazes de regular o sistema para reduzir as populações de besouro ou impedir que eles se alastrem para o leste", afirma Keeling.

Fonte: Terra Ciência

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Concurso de Microfotografias

Nikon premia melhores microfotografias

Heytor Victor

Não! Não é um quadro de arte abstrata. Trata-se de uma microfotografia participante do Nikon Small World, o concurso da Nikon que premia anualmente várias microfotografias, desde 1974.
As microfotografias são fotografias tiradas com o auxílio de um microscópio e todos os anos em média 2 mil destas são inscritas neste concurso.
O público pode votar nas imagens até 2 de outubro pela internet, no site da Nikon, e o vencedor será anunciado em 9 de outubro.
As principais imagens aparecerão em um calendário e serão exibidas em uma mostra nos Estados Unidos.
O vencedor ganhará um prêmio em dinheiro e ainda participará de um evento em Nova York.
Então, entre no site da Nikon e delicie-se com as belas imagens deste fascinante mundo microscópico. Ah! Sabe o que é essa imagem aí em cima? Nada mais que os liposomas do surfactante pulmonar.

Para acessar o site do concurso e ver as imagens, clique AQUI!

;)

Santa Ciência!

Americana volta a enxergar após implante de dente no olho

Uma americana de 60 anos de idade voltou a enxergar após nove anos graças a uma técnica cirúrgica inusitada. A operação inédita nos Estados Unidos foi realizada por uma equipe de especialistas da Escola Miller de Medicina, da Universidade de Miami, na Flórida.

Os médicos utilizaram um dente para atuar como uma espécie de âncora de sustentação para uma prótese de lente, que permite que a paciente volte a enxergar. O complicado procedimento cirúrgico prevê a extração de um dente do paciente, a abertura de um buraco no dente e a inserção da lente no buraco.

A prótese formada por lente e dente é, então, implantada no olho da paciente.

Umidade
A técnica foi usada pela primeira vez na Itália e também já foi colocada em prática em outros lugares na Europa e na Ásia. "É como tentar plantar uma rosa no deserto", diz o oftalmologista Victor Perez, responsável pela cirurgia.

"O dente oferece um macroambiente. É como mover a boca para o olho. Toda umidade e microambiente da boca nós tentamos simular no olho." Portadora de uma rara doença de pele que atinge os olhos, Kay Thorton voltou a ler jornais duas semanas após a cirurgia.

"É maravilhoso", afirmou a paciente. "As cores estão mais vívidas do que eu posso me lembrar que eram." Segundo os médicos, a cirurgia é indicada principalmente para pacientes que sofreram algum tipo de trauma na córnea, como queimaduras.

"Animal" Bizarro

Jovens encontram e matam criatura bizarra em cidade do Panamá

Uma estranha criatura encontrada por adolescentes em um lago causou polêmica entre a população de uma cidade do Panamá, informaram jornais locais nesta quinta-feira. Segundo as publicações, muita pessoas acreditam que o ser seja extraterrestre, enquanto outros pensam tratar-se apenas de um animal.

Quatro adolescentes com idades entre 14 e 16 anos encontraram a criatura no último sábado quando se divertiam perto do lago em Cerro Azul. Um dos jovens relatou, de acordo com o site de notícias local Telemetro.com, que o ser saiu de uma gruta em direção aos adolescentes. Assustados com a aparência bizarra do animal, os garotos atiraram pedras na criatura até matá-la e a jogaram na água.

Depois de retirada da água, algumas pessoas disseram que a criatura poderia se tratar de uma preguiça, animal bastante comum nas selvas tropicais.

Contra o Câncer

Rato-toupeira-pelado pode ajudar a tratar câncer

Pesquisadores americanos informaram que obtiveram uma inibição às células cangerígenas após realizarem testes com ratos-toupeira-pelados, um tipo de mamífero roedor. Conforme cientistas da Universidade de Rochester, em Nova York, se os resultados do estudo forem estimulados em seres humanos, o crescimento de tumores poderia ser interrompido. As informações são do site New Scientist.

Andrei Seluanov e Vera Gorbunova descobriram que uma solução diluída de células retiradas da pele destas toupeiras começou a proliferar, mas parou quando algumas células atingiram densidade relativamente baixa. Esta "inibição de contato", segundo os especialistas, "também é utilizada por células humanas para inibir o crescimento". No entanto, o câncer é capaz de driblar este mecanismo, mantendo o crescimento celular.

Os pesquisadores descobriram ainda que a inibição de contato em toupeiras é controlada por dois genes - p16 e p17 -, enquanto nos seres humanos somente a p27 realiza este trabalho. "Os ratos-toupeira-pelados têm uma barreira adicional na forma de progressão do tumor", disse Seluanov, que apresentou os resultados do estudo em uma reunião em Cambridge, no Reino Unido.

Parasita na Cabeça

Vídeo mostra mulher retirando inseto parasita da cabeça

Cerca de um mês depois de uma recente viagem a Belize, Vanessa Serrao, uma documentarista de Maryland, nos Estados Unidos, cuja especialidade são imagens da natureza, percebeu um calombo supurado em sua cabeça. Ela contou à sua médica que havia ouvido histórias sobre um inseto peludo que usa mosquitos como vetores para depositar larvas sob a pele humana.

"E quando a médica observou com uma lente de aumento", conta Serrao, 33 anos, "me disse que sim, havia alguma coisa vivendo ali". A médica não tinha como remover a larva viva de imediato. Mas ainda que Serrao estivesse ansiosa por se livrar dela - "eu acordava às 3h com o barulho da larva mastigando" -, ela também percebeu que havia recebido uma oportunidade única para alguém de sua profissão.

Por isso, gravou imagens em vídeo que mostravam seus esforços, e os de seu marido Greg Hiemenz, para desalojar a larva. O vídeo resultante, postado no site de Serrao (www.NatureBreak.org), se tornou um sucesso no YouTube. Assista ao vídeo. (SE SENTIR NOJO FACILMENTE, NÃO ASSISTA!)

Quando o marido diz que está vendo a larva, ela grita "ai, meu Deus". E depois acrescenta: "Talvez a gente devesse usar um tripé". A médica por fim recomendou que o calombo fosse pressionado por fita adesiva, de modo a sufocar a criatura, que Hiemenz posteriormente removeu usando pinças.

Mas saibam que não é um vídeo para quem sente repulsa facilmente. Até mesmo Serrao enfrentou dificuldades para assisti-lo. "Foi bem nojento para mim", diz. "Não consegui assistir de imediato. Tive de deixar algum tempo passar antes de criar coragem de assistir ao vídeo".

Vendo Cores

Terapia genética permite que macacos-esquilo enxerguem cores

Dalton e Sam são dois macacos-esquilo machos, com cerca de 30 centímetros de altura. Os ancestrais deles viviam com uma dieta de frutas, e se esforçavam por escapar aos falcões nas selvas da América Central e do Sul; Dalton e Sam, no entanto, levam vidas mais protegidas, no laboratório de Jay e Maureen Neitz, na Universidade de Washington, em Seattle. Recentemente, os Neitz propiciaram um novo presente genético a eles: a capacidade de ver o mundo em cores.

Os macacos-esquilo machos só dispõem de dois dos pigmentos de cor conhecidos como opsinas, ao contrário dos seres humanos, que dispõem de três. Os Neitz, com a ajuda de Katherine Mancuso e outros pesquisadores, utilizaram uma técnica de terapia genética para introduzir o gene do pigmento vermelho ausente nas células cônicas das retinas dos animais. Meses mais tarde, Dalton e Sam passaram a enxergar o mundo com todas as suas cores, e as laranjas deixaram de lhes parecer verdes como limões, afirmam os pesquisadores em estudo publicado na mais recente edição da revista Nature.

Ainda que os macacos não tivessem como reportar que estavam contemplando o mundo com novos olhos, sua capacidade de fazê-lo podia ser avaliada por meio de seus resultados em um teste de visão em cores, pelo qual recebiam suco de frutas como recompensa.

Jay Neitz diz que o nome de Dalton é referência a John Dalton, que não apenas inventou a moderna teoria atômica mas, em 1794, foi a primeira pessoa a descrever um caso de daltonismo - o seu.

Foi uma certa surpresa que os cérebros dos macacos pudessem aproveitar uma terceira opsina. A retina, porém, ao que parece funciona por meio do registro da diferença entre os sinais de cones - as células responsáveis pela detecção de cor - em posições adjacentes. Assim, o gene de opsina adicional administrado a Dalton e Sam teria alterado o sinal dos cones atingidos, e com ele a mensagem encaminhada pela retina ao córtex visual do cérebro.

O gene da opsina vermelha era portado por um vírus padrão usado em experiências de terapia genética. Injetado nos olhos dos animais, o vírus doava o gene da opsina adicional aos cones dos macacos, acompanhado por uma sequência de DNA que instruía os cones a produzir a nova opsina vermelha, de preferência à sua opsina verde original.

Porque alguns cones foram infectados pelos vírus e outros não, os macacos passaram a ter cones vermelhos e verdes em operação, além dos cones azuis, que não foram afetados pela experiência.

O Dr. Jeremy Nathans, biólogo molecular na Universidade Johns Hopkins, que já produziu por engenharia genética um rato de laboratório capaz de enxergar em cores, disse que a experiência com os macacos ajudaria os pesquisadores a compreender o circuito usado pelo cérebro dos primatas para analisar cores. Um próximo passo poderia ser um estudo de como as células no córtex visual dos macacos respondem aos novos sinais da retina, ele afirmou.

Macacos machos das Américas, como Dalton e Sam, são deficientes em termos cromáticos porque seus ancestrais se separaram dos primatas do velho mundo antes que a visão em cores plena evoluísse. Quando a separação ocorreu, os primatas dispunham de apenas dois pigmentos visuais, um especialmente sensível à luz azul e o outro que responde ou ao vermelho ou ao verde, a depender da variante do gene que o espécime tenha herdado.

Depois da separação, que começou quando o Oceano Atlântico se abriu entre a África e a América do Sul, cerca de 150 milhões de anos atrás, os primatas que ficaram na área de origem se beneficiaram de um acidente genético. O gene da opsina verde ou vermelha se duplicou, e isso permitiu que eles passassem a ver verde e vermelho, e não apenas uma ou outra das duas cores.

Os macacos americanos jamais desenvolveram o gene duplicado, mas muitas fêmeas ainda assim são capazes de ver todas as cores. O motivo é que o gene da opsina verde ou vermelha é parte do cromossomo X, de modo que as fêmeas podem herdar versões diferentes do gene, com opsina verde ou vermelha, de seus dois progenitores, acompanhada pela opsina azul de outro cromossomo. Mas os machos, que só contam com um cromossomo X, herdam apenas uma variante da opsina verde ou vermelha - no caso de Dalton e Sam, a verde.

Knut: Urso Adolescente

Namorada de Knut é apresentada ao público em Berlim

O zoológico de Berlim apresentou nesta quarta-feira a "namorada" do Kunt, um urso polar macho que ganhou fama por sobreviver mesmo depois de ter sido rejeitado pela mãe em 2006. As informações são da agência Reuters.

Com quase três anos de idade, Gianna, vivia no zoológico de Munique e foi transferida para fazer companhia a Knut.

O órfão Knut, que pesava apenas 800 g no nascimento, agora já é um adolescente de 200 kg, mas não estará pronto para namorar por dois anos.

Os ursos polares vão ter a chance de ter alguns encontros entre as grades antes de Gianna se mudar para a jaula de Knut. O animal se tornou uma estrela no zoo de Berlim, atraindo milhões de visitantes e arrecadando uma pequena fortuna com sua imagem.

Vacina Contra AIDS

Vacina reduz em 31% o contágio de AIDS

Um grupo de cientistas dos Estados Unidos e Tailândia apresentou nesta quinta em Bangcoc uma vacina que reduz o risco de contágio da aids em 31,2%, depois de realizar testes em 16 mil voluntários. Esta é provaveslmente a primeira vez que é posível frear a doença com este tipo de remédio.

"Estes resultados indicam que a consecução de uma vacina para frear a aids eficaz e segura é possível", destacou o coronel Nelson Michael, diretor da divisão de Retrovirologia do Instituto de Pesquisa do Exército Walter Reed dos Estados Unidos.

O resultado se anunciou na capital tailandesa por membros do grupo que colabora na pesquisa: o Exército dos EUA, o Ministério da Saúde da Tailândia, o Instituto Fauci, Sanofi-Pasteur e o Global Solutions for Infectious Diseases.

O doutor Anthony Fauci disse que ainda não é momento de euforia, mas "não existe qualquer dúvida que é um resultado muito importante", após 20 anos sem avanços.

A vacina em testes é conhecida como RV 144 e mistura duas fórmulas genéticas que não tinham funcionado antes com humanos. Nesta ocasião, ela protegeu 31,2% dos voluntários.

O estudo começou em 2003, contou com 16.402 voluntários - homens e mulheres ente 18 e 30 anos de idade - e começou com a aplicação da vacina à metade e de placebo ao resto. Das pessoas que receberam placebo, se infectaram 74; enquanto no outro grupo, só 51.

O doutor Fauci assinalou que normalmente os cientistas consideram factível uma vacina quando seu índice de efetividade supera 70%, mas no caso da AIDS qualquer proteção já é um avanço. Um relatório mais detalhado das provas se apresentará na Conferência de Vacinas da aids que será realizada em Paris de 19 a 22 de outubro.

Imagem da Semana

Bezerro com cara de buldogue nasce em Santa Catarina

O nascimento de um bezerro com traços semelhantes ao de um cão da raça buldogue se tornou um dos principais assuntos na cidade de Concórdia, localizada a cerca de 430 km ao oeste de Florianópolis. No último final de semana, o agricultor Elemar Niemayer, 50 anos, encontrou o bezerro já morto dentro de um potreiro em sua propriedade, na comunidade Frei Rogério, zona rural do município.

A mãe do animal, da raça Jersey, teria dado o parto durante a madrugada depois de uma gestação considerada tranquila. Para a surpresa de Elemar, o bezerro apresentava pernas muito curtas, além de focinho e corpo semelhantes ao de um cão. Segundo ele, o animal pesava apenas 13 kg, metade do peso considerado normal para um bezerro recém nascido.

Um veterinário de uma cooperativa local analisou a má formação do animal. Conforme Ademar Mori, problemas genéticos podem ocorrer em cada dez mil nascimentos de bovinos. No caso do bezerro de Concórdia, a má formação é denominada no meio veterinário como "terneiros buldogues", pelas características que o animal apresenta, como focinhos achatados e patas curtas.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Em cativeiro

Zoológico suíço apresenta novo morador

O zoológico da Basiléia, na Suíça, divulgou uma imagem de um filhote de Guepardo junto com sua mãe. Segundo informações da agência Efe, as dez crias da fêmea "Msichana", de 10 anos, nasceram no dia 17 de julho. Os guepardos não se reproduzem bem em cativeiro, por este motivo, o nascimento foi muito comemorado.

O guepardo é um animal da família dos felídeos (Felidae), ainda que de comportamento atípico, se comparado com outros da mesma família. O Animal tem como habitat a savana, vive na África, Península Arábica e no sudoeste da Ásia.

Físicamente, é parecido com o Leopardo. As almofadas das patas têm ranhuras para tracionar melhor em alta velocidade, e sua longa cauda serve para lhe dar estabilidade nas curvas. Cada animal pode ser identificada pelo padrão exclusivo de anéis existentes em sua cauda.

Os machos atingem a maturidade sexual a partir dos dois anos e meio ou três anos. A fêmea tem uma gestação de 90 a 95 dias. As crias podem pesar entre 150 e 300 gramas. O desmame ocorre cerca de seis meses após o parto e, entre os 13 e 20 meses passam a ter uma vida independente.

Imunidade Genética

Identificado gene que controla combate a doenças

Cientistas britânicos anunciaram o descobrimento de um gene que ajuda a mobilizar o sistema imunológico para combater doenças. O gene faz com que células-tronco do sangue se tornem células imunológicas conhecidas como Natural Killers (NK, ou Matadoras Natas).

Células NK que funcionam de maneira adequada são um tipo de glóbulo branco chave para a defesa do organismo, matando células cancerosas, vírus e bactérias. Espera-se que a descoberta leve ao desenvolvimento de formas de estimular a produção de células de defesa do organismo, criando, potencialmente, uma nova forma de eliminar o câncer.

Atualmente, as células NK separadas de sangue de doadores são usadas no tratamento de alguns pacientes com câncer, mas sua eficácia é limitada porque elas podem ter pequenas diferenças de pessoa para pessoa.

O líder da pesquisa, Hugh Brady, disse: "Se um maior número de células-tronco do paciente puder ser 'coagido' a se transformar em células NK através de um tratamento químico, nós poderemos aumentar a força de combate do organismo ao câncer sem ter que lidar com os problemas de incompatibilidade ao doador."

Doenças autoimunes

Segundo os pesquisadores, a identificação do gene E4bp4 pode ainda ajudar a desenvolver novos tratamentos para diabete tipo-1 e esclerose múltipla. Ambos os distúrbios ocorrem quando o sistema imunológico se volta contra os próprios tecidos do corpo. Alguns cientistas acreditam que o mau funcionamento de células NK é que provoca o ataque a células saudáveis.

Para fazer a descoberta, os cientistas do Imperial College London, University College London e Instituto Nacional para Pesquisa Médica do Conselho de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha criaram um rato sem o gene E4bp4.

Estes animais eram absolutamente normais, exceto pela ausência de células NK. Os pesquisadores começaram a estudar o efeito do E4bp4 em uma forma rara mas fatal de leucemia infantil quando descobriram a importância das células NK.

Perigo "Invisível"

Vírus perigoso é descoberto na África

Um vírus perigoso até agora desconhecido, similar ao ebola (imagem ao lado), que pode provocar hemorragias generalizadas, foi detectado ano passado na África do Sul, diz um estudo apresentado por um cientista sul-africano em São Francisco, Estados Unidos.

A primeira pessoa afetada por este vírus foi uma guia turística de Lusaka (Zâmbia), que foi levada de avião para um hospital de Johannesburgo depois de um agravamento de seu estado.

A doença infectou quatro trabalhadores da área da saúde. Quatro dos cinco casos conhecidos terminaram em mortes, segundo o estudo. O quadro começa com febre, dores musculares, brotoejas e diarreia, que podem derivar em uma falência do fígado e estado de choque.

A descoberta foi apresentada pelo cientista Nivesh Sewlall, da Universidade de Witwatersrand (Johannesburgo), no Congresso Interdiciplinar de Agentes Antimicrobianos e de Quimioterapia.

Imagem da Semana

Raro texugo é encontrado na Índia

Um animal de uma espécie rara, o texugo do mel, foi encontrado no Estado de Chattisgarh, no oeste da Índia. O exemplar foi visto por guardas florestais vagando por uma vila da região e foi levado para um zoológico próximo.

Segundo um funcionário do zoológico, o animal encontrado é uma fêmea de cerca de cinco anos de idade. O texugo do mel se alimenta tanto de carne quanto de vegetais. No zoológico indiano, ele tem comido maçãs e bananas, além de frango e ovos.

O animal foi examinado por um veterinário que não encontrou nenhum machucado ou problema de saúde. O zoo para o qual ele foi levado já tinha um texugo do mel macho e agora os responsáveis pelo parque esperam que os animais procriem.

O texugo do mel é encontrado na África e em algumas regiões da Ásia. A espécie tem uma cabeça larga, olhos pequenos, um nariz arredondado e praticamente não tem orelhas.

Precocidade Genética

Genes podem influenciar precocidade sexual, diz estudo

Pesquisadores dos Estados Unidos sugeriram que a genética pode explicar por que jovens que vivem em lares sem pai iniciam sua vida sexual antes das outras. Os pesquisadores examinaram a vida de mais de mil adolescentes de 14 anos ou mais e que eram primos e analisaram perfis genéticos, além de fatores sociais como pobreza, oportunidades para educação e religião.

Quanto mais genes os adolescentes tinham em comum, mais próxima a idade em que tiveram a sua primeira relação sexual, independentemente da presença ou não do pai. O estudo, publicado na revista Child Development, diz que várias teorias destacam os fatores ambientais que influenciam esta associação entre pais ausentes e sexo precoce.

Fatores sociais

Uma das pesquisas sugere que, como as crianças observam uma relação instável e tensa entre os pais, elas aprendem que as pessoas não são confiáveis e crescem mais interessados em gratificação sexual do que em criar filhos.

Outra conclui que, como os adolescentes criados em lares com um só adulto podem vê-los engajados em comportamento sexual com parceiros com quem não são casados, podem considerar normal o sexo fora do casamento.

Uma terceira teoria sugere que uma família com um só adulto pode encorajar o adolescente a iniciar a vida sexual mais cedo por falta de controle dos pais. Ou seja, pai e mãe podem monitorar mais de perto as atividades do filho e suas redes sociais, reduzindo a oportunidade para praticar o sexo.

Resultados

Os pesquisadores da Universidade de Oregon compararam a média de idade da primeira relação sexual entre crianças cujos pais estavam sempre ausentes, parcialmente ausentes ou sempre presentes durante toda a infância.

Das crianças cujos pais estavam sempre ausentes, 63,2% disseram ter tido relações sexuais. No caso de pais ocasionalmente ausentes, esse índice foi de 52,5%. Só 21% das crianças cujos pais estavam sempre presentes disseram ter vivido uma relação sexual. A média de idade para a primeira relação sexual para crianças com pais sempre ausentes foi de 15,28. No segundo grupo a média foi de 15,36 e no terceiro, 16,11.

A chefe do estudo, Jane Mendle, disse: "A associação entre a ausência do pai e a sexualidade das crianças é melhor explicada pelas influências genéticas do que apenas por teorias ambientais."

"Claramente não existe um 'gene da ausência do pai', mas há fatores genéticos vindos de mães e pais que aumentam a probabilidade de um comportamento sexual mais precoce em seus filhos."

"Eles incluem impulsividade, uso e abuso de drogas, tendência a brigar e a buscar emoções fortes". Mas Mendle disse que seu estudo não tem o poder de discriminar de maneira conclusiva entre fatores genéticos e ambientais e é necessário fazer pesquisas com um número maior de crianças.

Simon Blake, da ONG britânica para saúde sexual, Brook advisory Centre, colocou em dúvida a ideia de que os genes são um fator preponderante na sexualidade precoce.

"Nós sabemos, graças a pesquisas, que os fatores associados aos jovens terem a primeira relação sexual mais cedo são: mau desempenho na escola, aprendendo sobre sexo só com amigos e mídia, situação sócio-econômica, experiência sexual precoce e a idade menor em que as meninas começam a menstruar."

"Todos os adolescentes precisam ter acesso a serviços confidenciais de saúde sexual, além de educação de boa qualidade sobre sexo e relacionamentos."

Fonte: Terra Ciência

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Imagem da Semana

Zoológico alemão exibe filhote de rinoceronte indiano

O zoológico de Nuremberg Tierpark, na Alemanha, exibiu nesta quinta-feira um filhote recém-nascido de rinoceronte indiano, segundo informações da agência AFP. O animal, da espécie Rhinoceros unicornis, nasceu há uma semana e foi batizado de "Seto Paitala" - que em nepalês significa "Pata Branca".

O Rhinoceros unicornis é o maior mamífero encontrado nas florestas do Nepal e da Índia. O rinoceronte indiano encontra-se em grave risco de extinção. A espécie pode pesar entre 1,6 mil e 3 mil kg, além de medir entre 1,45 e 3,80 m.

Novo Rato

Documentaristas encontram nova espécie de rato durante filmagens

Uma nova espécie de ratazana gigante foi descoberta em um vulcão nas selvas de Papua Nova Guiné durante as filmagens de um documentário da BBC.

A equipe de filmagem capturou vivo um animal que demonstrou não ter medo de seres humanos, e que media 82 cm e pesava cerca de 1,5 kg.

"Esta é uma das maiores ratazanas do mundo. E é uma verdadeira ratazana, como aquelas que se vê nos esgotos das cidades", disse Kristofer Helgen, especialista em mamíferos do Museu de História Natural Smithsonian e que acompanhou a equipe da BBC.

Os profissionais que participam das filmagens do documentário da BBC Lost Land of the Volcano ("Terra perdida do vulcão", em tradução livre) também encontraram outras espécies raras.

Armadilha
As primeiras imagens da ratazana foram obtidas por uma câmera com infravermelho colocada em uma armadilha, nas encostas do vulcão do Monte Bosavi.

Ao ver as imagens, a equipe suspeitou estar diante de uma espécie jamais conhecida.

A ratazana é coberta por uma espessa camada de pelos marrom-prateados, o que os cientistas acreditam ajudar o animal a sobreviver ao clima frio e úmido da cratera do vulcão, a mil metros acima do nível do mar.

Investigações iniciais indicam se tratar de um representante do gênero Mallomys, do qual também fazem parte espécies de grande estatura. O animal foi provisoriamente batizado de ratazana Bosavi, mas os especialistas ainda devem estabelecer um nome científico.

Robô Biológico

Primeiro robô construído de "mofo" é construído

Cientistas da Universidade do Oeste da Inglaterra desenvolveram o plasmobot, robô fabricado a partir do plasmódio, uma espécie de mofo comumente encontrado em florestas, jardins e outros locais úmidos do Reino Unido. De acordo com o site PhysOrg o objetivo da pesquisa é fabricar o primeiro robô totalmente biológico, sem componentes de silício.

Esse projeto é pioneiro nosio estudos de computação não convencnal. Se é difícil imaginar como um robô possa ser feito de mofo em sua totalidade Andy Adamatzky, o professor que lidera a pesquisa, explica: "A ideia de um computador para a maioria das pessoas é uma peça de hardware com software projetado para realizar tarefas específicas. Esse mofo, ou plasmódio, é uma substância natural com sua própria inteligência embutida. Ele se propaga e procura por fontes de nutrientes, e quando encontra essas fontes se ramifica em uma série de veias de protoplasma", esclarece.

O plasmódio, estágio vegetativo do organismo protista Physarum polycephalum, é um material muito flexível. Além de conseguir resolver complexas tarefas computacionais como cálculo do menor caminho entre dois pontos (observe a foto ao lado) ele também pode mover objetos, uma vez que faz crescer tubos que oscilam e locomovem coisas. Também é possível fazê-lo crescer em determinadas direções ao aplicar estímulos luminosos ou químicos.

De acordo com o blog Beyond the Beyond da revista Wired, os robôs terão entradas e saídas paralelas, uma rede de sensores e o poder de computação esmagador dos supercomputadores atuais. O plasmobot poderá será controlado por gradientes espaciais de luz, campos eletromagnéticos e as características do substrato sobre o qual for colocado.

Apesar de estranho, o plasmódio pode ter aplicações extremamente benéficas para a humanidade. Segundo o dr. Adamatzky, o mofo poderá futuramente ser utilizado para levar pequenas quantidades de substâncias químicas a um local, usando a luz para propagá-lo; ou seu movimento poderia ser usado para ajudar a montar micro-componentes de máquinas.

No corpo humano o plasmódio poderá levar remédios a certas partes, ou poderá funcionar como milhares de pequenos computadores sob a pele que atuarão em rotinas que deixarão o cérebro livre para outras tarefas. Obviamente, todas essas aplicações, por enquanto, são especulações e, embora a tecnologia seja mesmo promissora, nada há, ainda, de prático construído sobre ela.

E O Oscar Vai Para...O Menor Papagaio do Mundo!

Documentaristas filmam menor papagaio do mundo pela primeira vez

Uma equipe da BBC conseguiu filmar pela primeira vez os menores papagaios do mundo em seu habitat natural na Papua Nova Guiné, uma ilha do sul do Pacífico, ao norte da Austrália.

Os pequenos pássaros, mais ou menos do tamanho de um dedo polegar, são menores do que alguns insetos que vivem na mesma floresta tropical. O cinegrafista Gordon Buchanan encontrou um pequeno ninho e esperou camuflado até o casal de pássaros voltar.

"Esse casal é muito carinhoso um com outro, o que é típico dos papagaios. Os papagaios têm uma ligação forte entre macho e fêmea", diz Buchanan. Os papagaios pigmeus (Micropsitta pusio) não comem frutas e sim fungos, mas ainda se sabe pouco sobre estas aves, já que é difícil criá-las em cativeiro.

A equipe do documentário "Lost Land of the Volcano" (Terra perdida do Vulcão, em tradução livre) também conseguiu filmar uma espécie rara de pato, Salvadorina waigiuensis, que é considerada vulnerável - uma das categorias na lista de espécies ameaçadas de extinção - porque a população total destas aves no mundo está diminuindo devagar.

Fonte: Terra Ciência

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Clone de Lobo Morre

Primeiro lobo clonado no mundo é encontrado morto em zoológico

Um dos dois primeiros lobos clonados no mundo morreu, supostamente por uma infecção, anunciou um dos cientistas responsáveis pelo processo de clonagem há quatro anos. A fêmea "Snuwolf" foi encontrada morta em 26 de agosto no zoológico de Seul, segundo informou o professor universitário Shin Nam-Shink.

Ele disse que o animal não tinha problemas de saúde e provavelmente foi vítima de uma infecção. "Mas ainda não podemos dizer nada até completarmos as análises dos resultados da necropsia", disse.

O cientista descartou qualquer relação da morte da loba com o processo de clonagem. "Sempre acontecem mortes súbitas entre os cães e os animais selvagens", declarou.

Shin integrava a equipe liderada pelo professor Lee Byung-Chun, que obteve a primeira clonagem de um cão, em 2005. Também clonou duas lobas, "Snuwolf" e "Snuwolffy", que nasceram em outubro de 2005.

O professor afirmou que "Snuwolffy" continua viva no zoológico e está em perfeitas condições físicas.

Fonte: Terra Ciência

Tomate em Pílulas

Pílula de Tomate: A solução dos problemas do coração

Uma nova pílula que contém benefícios antioxidantes típicos da dieta mediterrânea, baseada no tomate, pode ser uma solução sem efeitos secundários para um coração de ferro, segundo um laboratório de biotecnologia de Cambridge (Grã-Bretanha).

"Ateronon", cujo principal ingrediente é o licopeno, um componente antioxidante do tomate que protege ao coração, foi apresentada esta semana em Barcelona (Espanha) durante o congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia.

"Sabemos que a dieta mediterrânea é beneficente para reduzir a pressão arterial e os níveis de colesterol. E o elemento-chave é o tomate", explicou um professor de farmacologia da Universidade de Cambridge, Ian Wilkinson, cujo trabalho é financiado pela Fundação Britânica do Coração.

Os cientistas conseguiram reduzir o tamanho das moléculas de licopeno para que possam ser facilmente absorvidas pelo corpo.

Até agora, os testes para comprovar e investigar as propriedades desta pílula que seus descobridores consideram revolucionária, ao ser o primeiro produto antioxidante natural do mundo que protege o coração, foram muito positivos.

Seus criadores, a empresa biotecnológica Cambridge Theranostics Limited (CTL), realizaram testes clínicos em 150 pessoas com doenças cardíacas.

Estas pesquisas demonstraram que, além de prevenir a acumulação de gordura nas paredes arteriais, em apenas oito semanas o tratamento também desfaz a gordura já acumulada.

O presidente da CTL, Gunter Schmidt, afirmou: "Temos certeza que Ateronon terá uns efeitos muito beneficentes em pacientes com problemas circulatórios e cardíacos".

Já se realizaram pesquisas muito promissoras, neste sentido, por parte de equipes da universidade de Cambridge, na Inglaterra, e a Escola Médica de Harvard, nos Estados Unidos, segundo CTL.

Para que o tratamento seja efetivo só é preciso tomar uma pílula ao dia e, segundo Schmidt, as melhoras no funcionamento cardiovascular são visíveis três meses após haver tomado a primeira dose de "Ateronon".

Morcego Orelhudo

Rara espécie de morcego é vista pela primeira vez na Catalunha

Pesquisadores capturaram pela primeira vez um exemplar do raro morcego orelhudo alpino (Plecotus macrobullaris) em uma caverna a 2.260 m de altitude em Queralbs (Gerona), na Catalunha, Espanha. A espécie é pouco vista e somente havia sido localizada até agora nos Alpes e em alguns pontos do Pirineu Central, cordilheira no sudoeste da Europa, normalmente entre altitudes de 1,7 mil e 2,8 mil m. As informações são do jornal espanhol El Mundo.

O exemplar de morcego orelhudo alpino foi catalogado e estudado pelos pesquisadores Xavier Puig e Carles Flaquer antes de ser devolvido à natureza. Os dois estão preparando um catálogo de espécies de morcego na região com o objetivo de aplicar medidas de conservação do habitat do mamífero. Após este descobrimento, já são 29 espécies de morcego observadas pelo menos uma vez na Catalunha.

O Plecotus macrobullaris se alimenta de insetos e hiberna em cavernas geladas a partir de 2,1 mil m de altitude. Apesar dos cientistas desconhecerem sua biologia atual, eles acreditam que sua presença pode representar um bom indicador sobre a evolução dos ecossistemas de alta montanha.

Conforme os especialistas, os morcegos trazem benefícios aos seres humanos porque ajudam a controlar as populações de insetos, podendo consumir várias toneladas anualmente.

Fonte: Terra Ciência

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