Destaque Tudo de Bio

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Gripe Suína

Entenda a Gripe Suína

O que é a gripe suína?

Trata-se de uma doença respiratória que começa em criadores de porcos. Um vírus gripal do tipo A que pode se propagar rapidamente. Tem uma letalidade maior.

É transmissível ao ser humano?

Sim, começando, em geral, por pessoas que estejam em contatos com os porcos.

Pode-se contrair a doença comendo carne de porco?

Não. A gripe é transmitida por via aérea, de pessoa para pessoa. A temperatura de cozimento (71º C) destrói os vírus e bactérias.

Quais os sintomas em pessoas ?

Febres altas e repentinas, tosse, dor de cabeça intensa, dor muscular e nas articulações, irritação nos olhos e narinas.

Trata-se de um novo tipo de gripe suína?

Assim como no ser humano, os vírus da gripe sofrem mutação contínua no porco, um animal que possui, nas vias respiratórias, receptores sensíveis aos humanos e aviários. Os porcos tonam-se, então, "crisóis" que favorecem o aparecimento de novos vírus gripais, através de combinações genéticas, em caso de contaminações simultâneas. Esses tipos de vírus híbridos podem provocar o aparecimento de um novo vírus da gripe, tão virulento como o da gripe aviária e tão transmissível como o da gripe humana. Esse tipo de vírus que o sistema imunológico humano desconhece poderia ter as características necessárias para desencadear uma pandemia de gripe.

A infecção pode ser tratada ?
Dados iniciais sugerem que os dois antivirais destinados à luta contra a gripe, o Tamiflu e o Relenza, são eficazes contra o novo vírus se forem tomados logo após o aparecimento dos primeiros sintomas.

A vacina contra a gripe estacionária humana evita a gripe suína?

Não, mas os infectologistas dizem que as pessoas devem se vacinar, porque a imunização diminui bastante a preocupação de quem possa vir a ficar gripado. Outra vantagem é a diminuição da circulação do vírus selvagem - da gripe comum -, que pode sofrer uma nova mutação e mudar o perfil da doença.

Fontes: Agência France Presse/Folhapress

Conexões

Mapa das Doenças mostra conexões entre enfermidades
O que causa as doenças

Há muito tempo os médicos sabem que determinadas doenças aumentam o risco de que o paciente venha a apresentar outras doenças. É o caso, por exemplo, da diabetes, que comumente aparece juntamente com a pressão alta, ou da diabetes e da obesidade.
Contudo, nem sempre há uma relação simples de causalidade, do tipo "esta doença causa aquela." Na verdade, o risco de algumas doenças ocorrerem em conjunto, ao mesmo tempo, no mesmo paciente, é muito maior do que o risco dessas doenças surgirem sozinhas, mesmo que os médicos não consigam isolar sua causa.

Rede Fenotípica de Doenças

Agora, uma equipe de cientistas das Universidades Northeastern e Harvard (EUA) criou um mapa que mostra visualmente essas "associações entre doenças". O mapa foi formalmente batizado de Rede Fenotípica de Doenças.
O trabalho foi gigantesco, envolvendo 32 milhões de registros médicos e 13 milhões de pacientes hospitalizados, o que torna o Mapa das Doenças a maior base de dados de relacionamentos entre doenças já construído.

Mapa das Doenças na internet

O mapa foi disponibilizado gratuitamente na internet em um site interativo chamado HuDiNe (HUman DIsease NEtwork - http://hudine.neu.edu).
Nele, os visitantes podem comparar a intensidade das associações entre doenças específicas, com a possibilidade de mostrar os dados por sexo e por etnia.
Os especialistas acreditam que o estudo de conexões como essas poderá melhorar muito o conhecimento médico e até mesmo ajudar a elucidar as origens de algumas doenças específicas.

Doenças associadas

"A rede de mapeamento de doenças usando registros médicos digitalizados muda dramaticamente a forma como nós entendemos as doenças em geral," diz o Dr. César Hidalgo, que coordenou a criação do Mapa das Doenças. "As redes de interconexões entre as doenças também poderão ser utilizadas para informar os pacientes das doenças que eles têm maior risco de desenvolver."
O resultado do trabalho foi publicado no jornal científico PLoS Computational Biology.
Entre os primeiros resultados da pesquisa, os cientistas constataram que pacientes afetados por doenças que apresentam altos índices de conexão morrem mais cedo do que os pacientes que sofrem de doenças com menor número de conexões.

Remédio Proibido

Adolescentes usam maconha como remédio para problemas emocionais

Maconha como medicamento

Quando as terapias tradicionais os deixam de baixo astral, alguns adolescentes voltam-se para a maconha. Esta é a conclusão de um novo estudo publicado no jornal médico Substance Abuse, Treatment, Prevention and Policy.
Segundo a pesquisa, cerca de um terço dos adolescentes que fumam maconha regularmente estão na verdade usando a droga como medicação e não como um meio de se sentir bem ou "descolado".
A pesquisadora canadense Joan Bottorff entrevistou 63 adolescentes usuários de maconha. Destes, 20 afirmaram usar a cannabis para curar ou controlar problemas de saúde.

Quando os tratamentos médicos falham

"A marijuana é tida por alguns jovens como a única alternativa disponível para pessoas que têm problemas de saúde sérios quando os tratamentos médicos legítimos falharam ou quando eles não têm acesso aos tratamentos médicos adequados," diz a pesquisadora.
Os principais problemas alegados pelos jovens foram problemas emocionais, incluindo depressão, ansiedade e estresse, dificuldades para dormir, falta de concentração e dores crônicas.
As experiências dos adolescentes com o sistema médico tradicional foram totalmente negativas.
"Os jovens para os quais tinham sido receitados medicamentos como Ritalin, Prozac ou pílulas para dormir, pararam de usá-los porque eles não gostaram da forma como essas drogas os fizeram se sentir ou descobriram que elas não produziam resultados. Para esses jovens, o objetivo de fumar maconha não é especificamente ficar 'alto' ou 'ligado'," dizem os pesquisadores.

Drogas não fazem bem

Os cientistas enfatizam que as necessidades médicas não atendidas são o elemento chave de suas descobertas.
Em contraste com os desagradáveis efeitos colaterais dos medicamentos prescritos, e das longas e ineficazes terapias, a maconha oferece a esses adolescentes um alívio imediato para uma grande variedade de problemas de saúde.
É claro que a maconha não é completamente isenta de problemas, mas um dos respondentes acentuou: "Ela não faz bem para você, mas McDonald's e uma série de outras coisas também não fazem."

domingo, 26 de abril de 2009

O Futuro...

Exames de ultrassom são feitos à distância por meio do celular

Celular vira equipamento médico

Um telefone celular de terceira geração e uma sonda de ultrassom portátil, ambos conectados por uma conexão USB, transformarm-se em uma nova plataforma que está unindo computação e medicina, criando um dispositivo portátil que permite a realização de exames médicos à distância.
O Drs. William Richard e David Zar, da Universidade de Washington (EUA), já haviam tornado as sondas de ultrassom USB compatíveis com smartphones que rodam o sistema operacional Windows no ano passado, graças a um financiamento feito pela Microsoft.
A fim de tornar as sondas USB de ultrassonografia disponíveis comercialmente compatíveis com os celulares de terceira geração, os pesquisadores tiveram para otimizar todos os aspectos do projeto e do funcionamento da sonda, do consumo de energia e da taxa de transferência de dados, até os algoritmos para a formação das imagens.

Sondas USB

Como resultado, agora é possível fabricar sondas de ultrassonografia por USB compatíveis com smartphones, para produzir imagens dos rins, fígado, bexiga e olhos, sondas de cavidade internas para exames e biópsias de próstata e uterina, e sondas vasculares para imageamento de veias e artérias.
"Você carrega consigo uma sonda e um telefone celular e faz as imagens em tempo real," diz o Dr. Richard. "Imagine ter essa tecnologia em ambulâncias e salas de emergência."'
A tecnologia poderá ser usada também no terceiro mundo, onde é pequeno o acesso à tecnologia de imageamento médico, ao contrário das torres de celulares, que já chegaram na maior parte dos lugares.

Medicina do século 21

"A medicina do século 21 é definida como imageamento médico. Contudo, 70% da população mundial ainda não têm acesso a essa tecnologia. É difícil levar um equipamento de ressonância magnética ou um scanner de tomografia computadorizada para uma comunidade rural, que não tem nem mesmo energia elétrica," diz Zar.
Segundo ele, sua visão sobre o futuro do novo sistema inclui o treinamento de pessoas em áreas remotas do mundo em desenvolvimento com os conceitos básicos de coleta de dados com os telefones e o seu envio para uma unidade centralizada para um local, em qualquer parte do mundo, onde os especialistas possam analisar as imagens e fazer um diagnóstico.
Um equipamento de ultrassom típico custa ao redor de US$30.000. Os pesquisadores afirmam que as sondas de ultrassom USB já estão disponíveis por volta de US$2.000,00, mas deverão chegar a US$500,00 rapidamente.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Pensando as Ações...

Robô transforma pensamentos em ações


Abrir o porta-malas de um carro ou controlar o sistema de ar condicionado de uma casa são tarefas que poderão ser realizadas sem nenhum esforço, apenas com a força do pensamento.

A Honda Motor apresentou uma nova tecnologia que conecta a mente humana com robôs.

A companhia desenvolveu uma técnica para interpretar padrões de correntes elétricas do couro cabeludo de uma pessoa, assim como mudanças no fluxo sanguíneo cerebral observadas quando se pensa em realizar quatro movimentos básicos: mexer a mão direita, mexer a mão esquerda, correr e comer.

Após identificar esses padrões, a Honda os transformou em comandos para o seu robô Asimo.

Em um vídeo exibido em 31 de março na sede da companhia em Tóquio, um homem vestindo um capacete estava sentado, mas pensando em mover sua mão direita – este pensamento foi interpretado por fios elétricos grudados na sua cabeça pela parte interior do capacete. Após alguns segundos, o Asimo, programado para responder a esses sinais, levantou seu braço direito.

De acordo com a Honda, essa tecnologia ainda não está pronta para uma demonstração ao vivo por causa das possíveis distrações dos pensamentos do colaborador. Outro problema é que os padrões cerebrais se diferenciam demasiadamente entre os seres humanos, por isso são necessárias cerca de duas ou três horas analisando os pensamentos de cada indivíduo para que a tecnologia funcione adequadamente.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

O Curioso Caso de Artyom Sidorkin

Heytor Victor

Talvez estivesse buscando ar puro, talvez seja mais um mistério da natureza, talvez tenha sido um raro e aleatório caso de "aberrações". O homem que dá nome ao post, Artyom Sidorkin, de 28 anos, consultou o médico porque tinha constantes dores no peito e tosse persistente com saída de sangue.
Desconfiados de um tumor maligno nos pulmões, os médicos se surpreenderam durante a operação, ao ver que não se tratava um tumor e sim de um galho, de uma pequena árvore a crescer no interior do pulmão.
Após a cirurgia, mas ainda surpresos, os médicos acreditam que Sidorkin possa ter inalado uma semente de abeto, que começou a crescer dentro do seu pulmão.

Já a bióloga Olga Baranova, Udmurt State University, diz que é impossível uma planta crescer de uma semente dentro do pulmão humano, por que para crescer as plantas precisam de luz, água e uma temperatura certa (Veja esse vídeo: CLIQUE PARA ASSISTIR!). O paciente, quando confrontado com o relatório dos especialistas, nem queria acreditar quando lhe disseram que tinha sido encontrada uma árvore num dos pulmões, ele achou que estava delirando.

sábado, 18 de abril de 2009

Imagem da Semana

Australiana capta imagem de canibalismo de sapo

Uma dona-de-casa da Austrália flagrou o momento raro em que um sapo devora outro vivo. Kerry Roberts disse à BBC Brasil que acordou nesta quarta-feira com um barulho de grunhidos e se surpreendeu ao ver a cena na piscina de sua casa, em Queensland.

"O sapo engolido tinha praticamente o mesmo tamanho do canibal. Não sei como foi possível", contou. Mas, segundo o biólogo australiano especialista em sapos David Newell, da Universidade Southern Cross, o canibalismo entre estes animais é bem comum.

"As espécies de sapos canibais podem comer até mesmo seus próprios irmãos. Quando eles precisam de comida, pegam o que veem pela frente em movimento, desde que caiba na boca", disse Newell à BBC Brasil.

Excesso
Roberts disse que sapos são comuns na região de Queensland. Mas, segundo ela, neste ano há um número excessivo desses animais. "Nunca vi tantos no meu jardim. Meu neto chega a ir para a piscina só para contar quantos vê", afirmou.

Ela explicou que sapos de várias espécies invadem as casas em Queensland e se instalam principalmente nas áreas mais úmidas, como o banheiro e a área de serviço.A Austrália recentemente iniciou um programa para eliminar sapos gigantes - também canibais - que foram introduzidos no país e acabaram virando praga.

Santa Globalização!

Obama vira nome de nova espécie de líquen nos EUA

A aclamação popular que o presidente americano, Barack Obama, tem nos Estados Unidos é tamanha que um cientista americano decidiu homenageá-lo após descobrir uma nova espécie de líquen - um tipo de ser vivo semelhante a um mofo e folhas secas. A nova espécie foi batizada de Caloplaca Obamae, segundo informou nesta sexta-feira a revista Opuscula Philolechenum.

O ser vivo foi encontrado em 2007 pelo pesquisador Kerry Khundsen, curador do herbário da Universidade da Califórnia, em Riverside, quando realizava um estudo na ilha de Santa Rosa, também na Califórnia. "Batizei com o nome de Obamae para demonstrar meu agradecimento ao apoio do presidente à educação científica e à ciência", afirmou.

Segundo o cientista, a espécie esteve próxima da extinção devido às atividades pecuárias que ocorreram na ilha durante mais de 100 anos. "Agora que não há mais gado, ela começou a se recuperar", explicou.

De acordo com a revista, existem aproximadamente 17 mil espécies no mundo e mais de 300 delas são originárias da ilha de Santa rosa. Os líquens, seres vivos que ficam presos a troncos e galhos de árvores, se formam pela atividade simbiótica de fungos e algas e representam um importante elemento na biodiversidade.

Centenário!

Descoberta da doença de Chagas completa 100 anos

Há 100 anos, no dia 14 de abril de 1909, o cientista Carlos Chagas encontrou o protozoário Trypanossoma cruzi no sangue de uma menina febril de 2 anos de idade, chamada Berenice, moradora da cidade de Lassance (MG).

Além do agente causador, o cientista também identificou o agente transmissor (o barbeiro) e o modo de transmissão da enfermidade que passaria a ser conhecida mudialmente com o seu próprio nome: doença de Chagas.

Um verdadeiro sucesso

O pesquisador imediatamente comunicou, por carta, a Oswaldo Cruz, diretor do então Instituto de Manguinhos, no Rio de Janeiro. Este, em correspondência enviada a seu amigo Salles Guerra, escreveu, sem economizar euforia: "O Chagas acaba de fazer uma descoberta estrondosa. Verificou a existência de uma tripanossomíase humana e estudou o ciclo evolutivo completo do tripanossoma no organismo do transmissor e no dos vertebrados parasitados. Um verdadeiro sucesso!".

Pouco mais de uma semana depois, em 22 de abril, ao mesmo tempo em que a revista Brasil Médico trazia em suas páginas a descoberta feita em Minas, o feito foi comunicado, em sessão da Academia Nacional de Medicina, por Oswaldo Cruz, que leu um trabalho escrito por Chagas. O cientista estava no norte de Minas promovendo uma campanha contra a malária que atingia operários que trabalhavam na construção de um trecho da Estrada de Ferro Central do Brasil.

O feito de Chagas é considerado único na história da medicina. E a palavra "cruzi" no nome científico do parasito, também descoberto por Chagas, foi uma homenagem a Oswaldo Cruz.

Obesidade: Novas Descobertas

Obesidade está ligada à insulina, e não aos genes, descobrem cientistas
Células geneticamente idênticas acumulam quantidades muito variadas de gordura, apoiando a ideia de que nem todos os processo biológicos estão codificados nos genes.

Gordura e genética

Pesquisadores encontraram novas evidências sugerindo que outros fatores, que não os genéticos, podem causar obesidade. Eles descobriram que células geneticamente idênticas armazenam quantidades de gordura muito diferentes dependendo de variações sutis na forma como essas células processam a insulina.

Os pesquisadores descobriram que quanto mais rápido a célula processa a insulina, mais gordura ela armazena.

O entendimento do mecanismo preciso do armazenamento da gordura no interior das células pode levar à descoberta de novas técnicas para controlar a obesidade.

Relação entre insulina e obesidade

"As descobertas do nosso estudo também serão importantes para entender o papel preciso na insulina na obesidade ou na diabetes tipo 2, e para o desenvolvimento de estratégias efetivas de intervenção," diz o Dr. Ji-Xin Cheng, professor da Universidade Purdue (Estados Unidos).

Outros pesquisadores haviam sugerido que determinados "genes da obesidade" podem estar associados com o armazenamento excessivo de gordura nas células (veja Descobertos genes que armazenam gordura nas células).

Entretanto, os pesquisadores confirmaram que esses genes da gordura estavam expressos, ou ativados, em todas as células. E ainda assim, a quantidade de gordura armazenada nas células variou drasticamente - de zero, em alguns casos, até um acúmulo generalizado de gordura no interior da célula.

Nem tudo está nos genes

"Este trabalho dá apoio a um ponto de vista emergente de que nem todas as informações biológicas nas células estão codificadas no material genético," diz Thuc T. Le, outro membro da equipe.

"Nós descobrimos que a variabilidade do armazenamento de energia é dependente de como as células processam a insulina, um hormônio secretado pelo pâncreas após as refeições para acionar a captação de glicose a partir do sangue para o fígado, músculos e células adiposas."

As descobertas foram publicadas no jornal PLoS ONE.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Vinho: História e Vida

Vinho tinha uso medicinal há 5 mil anos

Análise biomolecular de jarro encontrado na tumba do faraó Escorpião I mostra que antigos egípcios misturavam ervas em vinho.

Vinho e saúde

Enquanto hoje se tenta entender se o vinho faz mesmo bem ao coração, particularmente por ser uma rica fonte de antioxidantes, há milhares de anos uma antiga civilização não tinha dúvidas. E ainda caprichava no tipo da bebida, ao acrescentar certos compostos para ampliar suas propriedades.

Em estudo que será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences, pesquisadores norte-americanos descrevem a descoberta de evidências de que os antigos egípcios tratavam vinho com ervas medicinais.

Na Antiguidade, o Egito era conhecido como um dos grandes centros também na questão da saúde, com uma extensa farmacopeia de produtos orgânicos que eram usados para tratar doenças e ferimentos.

Compostos fitoterápicos

Patrick McGovern e seus colegas da Universidade da Pensilvânia analisaram resíduos encontrados em um jarro datado em 3150 a.C., descoberto na tumba de um rei que precedeu a primeira dinastia dos faraós, Escorpião 1º, do Alto Egito. Por meio de métodos biomoleculares, os pesquisadores identificaram marcadores para uva e compostos fitoterápicos.

Segundo eles, o jarro foi impregnado com ervas, entre as quais bálsamo, menta, coentro e sálvia, além de resina de pinheiro. A análise de uma outra peça, uma ânfora produzida entre os séculos 4 e 6 a.C. e encontrada em uma tumba no sítio arqueológico de Gebel Adda, também mostrou a presença de alecrim e de resina de pinheiro.

Estudos anteriores, menos precisos por não terem usado métodos biomoleculares, haviam apontado a presença de vinho em jarros. A nova pesquisa confirma a utilização e, portanto, a produção da bebida pelos egípcios há mais de 5 mil anos.

Remédios medicinais orgânicos

"Os resultados [da pesquisa] fornecem evidência química de remédios medicinais orgânicos no Antigo Egito, até então apenas documentada de maneira não conclusiva em papiros datados em 1850 a.C.", afirmaram os pesquisadores.

"O estudo ilustra como os humanos pelo mundo, provavelmente há milhões de anos, têm explorado seus ambientes naturais em busca de remédios herbais efetivos, cujos compostos ativos apenas recentemente começaram a ser isolados por técnicas analíticas modernas", destacaram.

Fonte: Diário na Saúde (Site)

Molécula Anti-Câncer

Descoberta molécula capaz de destruir células cancerosas

Cientistas descobrem composto que bloqueia o crescimento de células cancerosas. A nova droga já começou a ser testada em pacientes.

Atividade antitumoral

Duas das mais importantes revistas científicas do mundo destacam esta semana estudos que trazem boas notícias na luta contra o câncer. Depois de uma promessa para o tratamento do câncer de próstata, divulgado pela Science, é a vez da Nature apresentar outra novidade muito bem-vinda.

Na edição desta quinta-feira (9/4), o periódico britânico publica um artigo que descreve o potencial de uma nova droga contra a doença. O composto apresentou tamanha atividade antitumoral em camundongos que já está sendo avaliado em uma primeira fase de testes clínicos em humanos.

Molécula anticâncer

A novidade é a molécula MLN4924, descoberta por cientistas da Millennium Pharmaceuticals, empresa com sede em Cambridge, Massachusetts, pertencente ao grupo japonês Takeda Oncologia.

A Millenium desenvolveu o primeiro inibidor de proteassomo (um degradador celular), o bortezomib. Comercializado com o nome Velcade, a droga para o tratamento de mieloma refratário múltiplo, um tipo de câncer na medula óssea, tem estimativa de vendas no mundo em 2009 de US$ 1 bilhão.

A MLN4924 barrou o crescimento de células cancerosas humanas transplantadas em camundongos. Segundo os autores do estudo, ela funciona por meio do bloqueio de uma parte do caminho intracelular que regula a degradação de proteínas. Enquanto o bortezomib interrompe o caminho em um sentido, a nova droga o faz em outro.

A molécula agora apresentada também funciona de modo diferente da outra. Ela desregula a parte do ciclo celular na qual ocorre a síntese de DNA. Isso resulta na danificação do DNA e na indução de morte celular programada, a apoptose ou suicídio das células cancerosas.

Descoberta de novas drogas

"A descoberta de drogas é algo raro. Em 2008, a Administração de Alimentos e Drogas do governo norte-americano aprovou um único novo composto para o tratamento do câncer, apesar de a indústria farmacêutica no país ter gastado no ano cerca de US$ 65 bilhões com esse tipo de pesquisa", destacou Raymond Deshaies, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, em comentário sobre o novo estudo publicado na mesma edição da Nature.

Por conta disso, a identificação de proteínas capazes de ser usadas em novas drogas sempre atrai muita atenção. No novo estudo, os cientistas descobriram um composto que reside em uma enzima até então ignorada, a NEDD8, e mostraram que tal composto é capaz de suprimir o crescimento de tumores.

Degradação proteossômica

O segredo da MLN4924 é atuar no sistema ubiquitina-proteassomo, que controla muitos processos celulares. A ubiquitina (de ubíquo, que está em todos os lugares) é uma proteína com funções fundamentais para a regulação de processos biológicos. Ela funciona como uma espécie de bandeira, ligando-se a outras proteínas e indicando que algo deve ocorrer ao substrato ao qual está conectada. Ela sinaliza ao proteassomo quais proteínas-alvo devem ser degradadas.

O caminho de degradação proteossômica é essencial para muitos processos celulares, incluindo o ciclo celular, a regulação da expressão gênica e respostas ao estresse oxidativo.

A descoberta da degradação regulada de proteínas pelo sistema ubiquitina-proteassomo foi feita no início da década de 1980 pelos israelenses Aaron Ciechanover e Avram Hershko Technion e pelo norte-americano Irwin Rose. A importância do processo para a regulação de processos biológicos - e a sua relevância para a compreensão de várias patologias - garantiu aos três o Prêmio Nobel de Química de 2004.

Esse processo é mediado por um grande número de enzimas. Apenas uma das famílias, conhecida como E3, é formada por mais de 650 enzimas. No novo estudo, em vez de ter como alvo direto as enzimas E3, os pesquisadores verificaram a possibilidade de inibir outras proteínas que ativam as E3. Foi quando descobriram a NEDD8 e seu componente antitumoral.

Fonte: Agência Fapesp

sábado, 11 de abril de 2009

Análise Biológica do Coelho da Páscoa

Heytor Victor

É páscoa e o Tudo de Bio não pode parar.
Hoje, faremos uma análise científica de um dos símbolos mais comuns desta data: o coelho.
Mas porque o coelho?
Bem, o coelho, para a tradição cristã, representa a fertilidade, já que a fême deste animal, em fase reprodutiva, pode dar de 3 a 6 ninhadas por ano e, em cada ninhada podem nascer de 3 a 12 filhotes.
Abaixo segue a classificação cientifica do coelho:

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata

Classe: Mammalia

Ordem: Lagomorpha
Família: Leporidae



Agora, aproveitando este post, porque não fazer uma análise biológica de uma música cantada em tempos de ensino fundamental, naqueles tempos em que a escola fazia festas de páscoa?! Fica a idéia para os reitores das universidades (=P).


"De olhos vermelhos
De pêlos branquinhos
De pulo bem alto

Eu sou um coelhinho"

Esse trecho da música é mais que suficiente para se observar que trata-se de um coelho albino, por não possuir pigmentos, o que acarreta nas características descritas na música. Esse coelho poderia ser, por exemplo, a espécie Oryctolagus cuniculus, o coelho albino da Nova Zelândia (foto).

Sem mais para o momento, pessoal!
Boa páscoa a todos!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Nova Enquete

Você é a favor da criação de robôs e outras tecnologias para tornar pesquisas mais rápidas?

Heytor Victor

No nosso último post (http://tudodebio.blogspot.com/2009/04/robo-cientista.html), falamos sobre Adam, o primeiro robô cientista que realiza centenas de experiências repetitivas e já identificou o papel de vários genes nas células da levedura, conseguindo planejar mais experiências para provar suas próprias hipóteses.

De um lado, temos a evolução da tecnociência de modo a agilizar o tempo de uma pesquisa, e do outro lado, temos a questão da importância de cientistas humanos, que dito por Ross King, líder da equipe criadora de Adam, chegará um tempo que os cientistas humanos serão convocados para experiências mais avançadas.
É uma questão polêmica e por isso, trazemos ela em nossa nova enquete, que está aguardando seu voto na coluna da direita do Tudo de Bio.

Votem já!

Robô Cientista

Cientistas britânicos criam primeiro 'robô cientista'

Cientistas britânicos criaram um robô que realiza sozinho centenas de experiências repetitivas e, segundo eles, é a primeira máquina a "descobrir novos conhecimentos científicos" de forma independente.
O robô Adam, criado pela equipe de cientistas da Universidade de Aberystwyth, já identificou o papel de vários genes de células de levedura e consegue planejar mais experiências para provar suas próprias hipóteses.
Ross King, do departamento de ciência computacional da Universidade de Aberystwyth, que liderou o estudo para a criação de Adam, disse à BBC que prevê um futuro em que o tempo dos cientistas humanos "será liberado para experiências mais avançadas".
Os cientistas robôs do futuro, segundo King, poderiam realizar as tarefas mais simples e que precisam de mais tempo. "Adam é um protótipo, mas, dentro de dez a 20 anos, acredito que máquinas como esta poderão ser usadas frequentemente em laboratórios", afirmou.
O trabalho da Universidade de Aberystwyth foi publicado na revista especializada Science.

Fácil de estudar

O robô Adam pode fazer até mil experiências por dia e foi projetado para investigar a função de genes nas células de levedura.
Biólogos usam as células de levedura para investigar sistemas biológicos, porque essas células são simples e fáceis de estudar, mas ainda não se sabe o que cada gene faz.
"Quando você faz a sequência do genoma da levedura, os 6 mil genes diferentes, você sabe o que são todas as partes componentes, mas não sabe o que elas fazem", disse Ross King.
Adam conseguiu descobrir o papel de 12 destes genes ao observar as células de levedura durante o crescimento. O robô usou informações já existentes sobre a função de genes já decifrados para prever o papel que um gene desconhecido poderia ter no crescimento da célula.
O robô então testou o gene ao observar uma variedade de levedura da qual aquele gene foi retirado. "É como um carro. Se você retirar um componente do motor e então dirigir para ver o desempenho do carro, você pode descobrir o que aquele componente faz", acrescentou King.
Custo e lógica

Para Duc Pham, do Centro de Engenheira da Universidade de Cardiff, na Grã-Bretanha, o robô cientista é "uma aplicação inteligente da robótica e de programas de computador".
Mas, segundo Pham, Adam é "mais como um assistente de laboratório" do que um cientista. "Será preciso muito tempo antes que os computadores possam substituir os cientistas humanos."
O professor Ross King admite que o robô está apenas nas primeiras fases de desenvolvimento. "Se você gastar todo o dinheiro que gastamos em Adam para empregar um biólogo humano, Adam provavelmente não representaria uma opção boa em termos de custos", afirmou.
"Mas este foi o caso do primeiro carro. Inicialmente, o investimento em tecnologia não era tão bom se comparado com o uso de cavalos", acrescentou.
King também apontou uma outra vantagem do robô cientista: ele apresenta suas descobertas científicas de uma forma mais clara do que os humanos.
"(Adam) expressa suas conclusões com lógica", diz o pesquisador. "A linguagem humana, com todas as suas nuanças, pode não ser a melhor forma de comunicar descobertas científicas."
A mesma equipe que trabalha com o robô Adam está desenvolvendo também um outro robô cientista mais evoluído, Eve, cujo objetivo é testar novos medicamentos.

Álcool Todo Dia...

Dose diária de álcool pode ser bom para saúde, sugere estudo

Para pessoas acima de 55 anos, um drinque alcoólico por dia reduz o risco de morrer, descobriu um novo estudo - mas um drinque ou menos por semana não faz diferença.

Muitos estudos descobriram benefícios à saúde no consumo moderado de álcool, mas os efeitos são incertos, já que pessoas que bebem moderadamente tendem a ser saudáveis desde o princípio.

Mas esse esperado estudo, na edição de março da publicação especializada The Journal of the American Geriatrics Society, envolveu mais de 12 mil pessoas, acompanhadas durante quatro anos e controladas por fatores como sexo, raça, fumante, obesidade, câncer, doença cardíaca, ataque do coração recente, angina, atividade física e status sócio-econômico.

Após todas essas variáveis terem sido consideradas, o consumo de álcool moderado foi associado com uma redução de 28% no risco de mortalidade em comparação aos que não bebem. Mas não houve vantagem em beber um drinque ou menos por semana, e aqueles que bebem mais de três doses por dia aumentaram seu risco em 11%.

O doutor Sei J. Lee, autor-líder e geriatra do Centro Médico do Departamento de Assuntos de Veteranos de Guerra em São Francisco, disse que ele não tinha condições de sugerir a pessoas que não bebem que começassem com a bebida, e que o estudo apóia as diretrizes do governo americano para o consumo de álcool.

"Existem outras coisas que se pode fazer que sabemos que vão ajudar e têm menor chance de serem prejudiciais, como fazer mais exercícios", disse.

Um Jovem Coração

Células musculares do coração se regeneram, diz estudo

Um grupo internacional de cientistas descobriu que uma parte dos cardiomiócitos, as células musculares responsáveis pelos batimentos cardíacos, se renovam ao longo da vida, o que abre perspectivas médicas para estimular esse processo em pessoas com doenças do coração.

Pesquisadores suecos, franceses e americanos, liderados pelo sueco Olaf Bergmann, do Instituto Karolinska (Estocolmo), fizeram a descoberta ao analisar nas células de 50 voluntários a presença de carbono 14 radioativo procedente dos testes nucleares realizados entre 1955 e 1963, durante o período da Guerra Fria. Esses níveis eram muito altos durante a década de 50 e caíram rapidamente assim que os testes nucleares terrestres foram proibidos.

Graças aos níveis desta substância radioativa no DNA das células, foi possível determinar a idade dos cardiomiócitos, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science. "Ao medir o carbono 14 no DNA das células, conseguimos ler a data do DNA e estabelecer quando foram geradas e conhecer sua idade", destaca a pesquisa.

Segundo os resultados do estudo, os corações dos voluntários eram mais jovens do que sua idade indicava. Os cardiomiócitos se renovam lentamente ao longo da vida, mas, aos 75 anos, apenas 50% deles continuam vivos. Isso acontece porque a regeneração dessas células passa a ser da ordem de 1% ao ano quando o homem chega aos 25 anos, e de 0,45%, aos 75.

No futuro, assim que for identificado como funciona esse processo em nível molecular, será possível estimular a geração de cardiomiócitos, segundo os cientistas, que ressaltaram a possibilidade de tratamento farmacológico.

E assim pode surgir a cura do Alzheimer...

Lesão mitocondrial influencia no Alzheimer, diz estudo

Cientistas americanos anunciaram nesta quinta-feira que as mudanças causadas na proteína de uma mitocôndria pelo ácido nítrico são um dos fatores que levam ao mal de Alzheimer. Em um estudo publicado na revista Science, os cientistas do Instituto Burnham de Investigação Médica ressaltaram que se essas mudanças pudessem ser prevenidas, os sintomas da doença seriam neutralizados.

O mal de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa sem cura que ataca principalmente as pessoas com idade avançada, e seus primeiros sintomas são a perda de memória e, depois, a demência. Segundo o estudo, o óxido nítrico ataca a mitocôndria da proteína Drp1 através de uma reação química chamada nitrosilação, que causa a fragmentação celular e lesa o sistema de comunicação neuronal constituído pela sinapse.

"Agora, entendemos melhor o mecanismo que causa a neurodegeneração no mal de Alzheimer", afirmou Stuart Lipton, diretor do Centro Webb de Neurociências, Gerontologia e Pesquisa de Células-tronco. "Agora que identificamos a Drp1 como a proteína responsável da lesão sináptica, temos uma nova meta para desenvolver os remédios que podem reduzir ou impedir totalmente o avanço do Alzheimer", ressaltou.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

"A mão que afaga é a mesma que apedreja"

Heytor Victor

Os versos do poema "Versos Íntimos", de Augusto dos Anjos, já diziam certamente que mãos acariciam e apedrejam, mas analisando bem, obrigatoriamente a mesma mão não afaga e apedreja num mesmo momento.
E estes versos não aplicam-se apenas ao mundo literário, mas caem "como luva" no mundo biológico.
A foto que trazemos desta vez foi tirada dentro de nossa própria faculdade (Ali perto da Biblioteca da FCM) e é, no mínimo, curiosa, trazendo uma certa reflexão.

O que você faria se estivesse andando e encontrasse uma planta com uma máscara esterilizada?

Nossa atitude foi fotografá-la e compartilhá-la com vocês para que possamos pensar juntos sobre tal questão.

Porque uma planta usaria uma máscara esterilizada?

É fato que a máscara foi ali colocada por alguém sem a intenção de causar qualquer impacto filosófico (ou não!), mas adentrando na pergunta, nós percebemos uma questão que fica a critério de cada um, será possível que o ar que respiramos está tão poluído que as plantas sequer querem EXPIRÁ-LO? Será possível que nós, seres humanos, diga-se também racionais, não percebemos o que acontece com o ambiente e nada fazemos para ajudá-lo?
Enfim, a imagem fica mais com um contexto filosófico mesmo, mas é necessário pensar nessas coisas, que aprecem absurdas, mas nos colocam a pensar um pouco sobre o que nos cerca.

"Será nossa própria mão que tanto acaricia, quanto usa de violência (intelectual)?"


A resposta depende de cada um e era o que faltava no Tudo de Bio: um chá filosófico no fim da tarde!

Bem-vindos!

Resultado da Enquete

89% dos visitantes do Tudo de Bio apoiam o aborto realizado pela garota de 9 anos abusada pelo padrasto

Heytor Victor

A nossa segunda enquete foi encerrada nesta última semana e, em comparação a primeira, que se tratava da pesquisa com células-tronco embrionárias, teve uma maior participação por parte de nossos visitantes. Pois bem, a enquete que teve um período de apenas quinze dias para votação teve como tema a garota pernambucana que, abusada pelo padrasto acabou grávida de gêmeos e, legalmente, abortou.
Ao todo foram 46 votos e a grande maioria, representada por 89% dos votos (41 votos) foi a favor do aborto realizado pela menina que tem apenas nove anos. Uma outra parte, representada por 10% dos votos (5 votos) ,votou contra o ato.

Discussões polêmicas à parte por enquanto, mas gostaríamos de agradecer aos nossos visitantes:

O Tudo de Bio, criado em 8 de fevereiro deste ano, teve em seu primeiro mês no ar, 300 acessos, representando, em média, 10 acessos por dia. Estamos indo rumo ao nosso segundo mês e já contabilizamos mais de 1000 visitas, o que significa que nossas visitas multiplicaram-se.
Percebemos esse aumento não só a partir do nosso contador, mas a partir das visitas de outros países e até pelos resultados de nossas enquetes, cuja primeira com um período de 30 dias de votação, contabilizou 27 votos e a segunda, com apenas 15 dias para votar, trouxe 46 votos para o nosso blog.
Abrimos esse parêntese apenas para agradecer aos visitantes e ressaltar que o nosso objetivo vem sendo cumprido, objetivo este que é informar e integrar a comunidade virtual, seja científica, curiosa ou ambas. Em outras palavras e como biólogos, nosso objetivo é colocar vida na internet.

;)

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